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*Coluna Agridoce*



Caricatura



Escrito por Amanda Corrêa às 20h46
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CD novo na área!



Escrito por Amanda Corrêa às 21h21
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Gentileza

  

            Todo dia ele levantava, colocava sua roupa no melhor estilo hippie e saia atrás de flores que mais tarde seriam ofertadas para todos os tipos de pessoas de policiais, trombadinhas, prostitutas e até freiras. Fez isso durante sua vida inteira e nas horas vagas escrevia poemas, palavras de amor em pontos e viadutos da grande cidade que todo dia acordava mais feliz por ter tantas palavras gentis pintadas onde todos podiam ver, inclusive as pessoas que passavam nos ônibus.

Com a correria do dia-a-dia sua poesia, suas flores e sua educação foram atropeladas por pessoas sem tempo de ler um bom poema, de receber belas flores e de ouvir pelo menos um bom dia ou um boa tarde. Durante anos a grande cidade foi agraciada por ele e nunca deu conta de sua importância, até que um dia alguém sem um pingo de sentimento ou de poesia apagou das pontes e viadutos aquelas palavras que faziam com que, mesmo sem notar, as pessoas tivessem um dia melhor. Pintaram tudo de cinza.

E por ter se dedicado uma vida inteira, trabalhosamente, para que suas palavras e poemas fossem vistos pelo maior número de pessoas possível, o desgosto o matou deixando a grande cidade triste e menor porque já não se podia ver, nem ler suas palavras de gentileza.  



Escrito por Amanda Corrêa às 21h18
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Onde estão os investimentos?

 

Mais um episódio que me causa revolta. Um agente da delegacia de Brusque se recusou a receber um homem acusado de homicídio. A Polícia Militar da cidade conseguiu capturar o assassino, mas como não havia vaga no presídio o agente de plantão liberou o acusado, que continua livre. Até quando vai haver falta de investimentos no sistema carcerário brasileiro?

Como a polícia pode trabalhar para capturar bandidos se não tem onde prendê-los? Faltam investimentos por parte do governo para a segurança pública. Faltam presídios, viaturas, corporações que inibam a criminalidade na nossa cidade, estado e país. Faltam políticas que acabem com a marginalidade.

E afinal, será que investir nos presídios é a solução? Será que a solução não é investir na educação para que nossas crianças cresçam tendo acesso a livros, filmes, esportes, cultura e lazer?

Até quando bandidos ficarão soltos nas ruas, impunes e com a certeza de que irão continuar livres? De que adianta conseguir prender esses bandidos se não temos onde colocá-los? A situação dos presídios no país precisa ser resolvida em medida de urgência. Não é possível que aceitemos essa vergonha de olhos e bocas fechadas.



Escrito por Amanda Corrêa às 21h38
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A educação vem de casa

 

A medida adotada por alguns professores do Colégio Evangélico Jaraguá, em Jaraguá do Sul está causando muitas divergências. A escola que passou a cobrar R$ 0,10 por palavrão falado pelos alunos, vem ao contrário do que os psicólogos acreditam fazer parte do ensino pedagógico. Mas, para os alunos que já estão acostumados a falar palavrões, essa medida tem mudado muitos comportamentos. Já que promover um debate na escola para todos os alunos parece uma alternativa pouco eficaz tendo em conta que a educação dos alunos começa em casa e não na escola, talvez essa seja uma boa alternativa para as instituições de ensino do estado.

Controlar e corrigir os alunos a não falar palavrão não é uma atitude difícil para os professores, já que eles estão em sala de aula para ensinar matérias pedagógicas, como as ciências exatas e infelizmente não de cidadania. A grade curricular do ensino fundamental, médio e até mesmo superior não ensina, e muitas nem ao menos promove debates sobre questões de ética, cidadania e comportamento humano.

A educação de nossas crianças deve começar pelo exemplo dentro de casa. A criança só aprende um palavrão ouvindo um adulto falar ou assistindo na TV. Os pais devem passar a seus filhos questões de cidadania e educação. Não adianta mandar seus filhos para escola e esperar que eles se formem e se tornem bons cidadãos, se dentro de casa não é isso que eles aprendem.

A medida adotada pela escola de Jaraguá do Sul pode contrariar a opinião de psicólogos, mas é uma alternativa para que o tema venha à tona para que pensemos melhor a forma como estamos educando nossos filhos. E para que possamos analisar qual realmente é o papel da escola e qual é o papel dos pais.



Escrito por Amanda Corrêa às 21h28
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Estamos na área!

 Olá!

Sou a Amanda Luíza Corrêa Schneider, simplificando: Amanda Corrêa. Nunca entendi o porque do Luíza. Mas enfim.... tenho 20 anos, moro em Blumenau-SC, trabalho na Rede SC SBT como produtora do Programa Vitrine. Um programa diário de variedades.

Neste blog você vai encontrar textos opinativos, comentários, e também algumas dicas culturais!

  



Escrito por Amanda Corrêa às 21h12
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